segunda-feira, outubro 02, 2006

no dedilhar da solidão
o eu-menino faz sua rima
ao me puxar pela mão

5 comentários:

Gleuber Militani disse...

Kazinha... escrever pra estes seus vestígios foi muito difícil, porque a imagem em si já está carregada de significações... mas eu lembrei do menino-eu, aquele que vive dentro da gente e não que perdemos a esperança... aquele que estende a mão ao primeiro toque da solidão... aquele que nos faz rima, nos acompanha e nos faz novamente enxergar a beleza da vida...
beijão... obrigado pelos vestígios... esse seu é sublime!

Karen Maia disse...

Ora...

Vide versos e vestigios, sem as entrelinhas, as curvas nada seria...

Angel disse...

Entre o mergulho no passado, e como, se você entrar nesta porta entre aberta... resgatária um minuto,um segundo de sua infância,um lapis que risca, e busca o seu homem -menino perdido.
Lindo ! karem vc está cada dia melhor! do beija -flôr nem falo !
beijosss

DouglasMoral disse...

Karenita...

O que dizer dessa composição?

O conceito de leveza perde pra essa arte de longe. Ao mesmo tempo q parece meigo é tão cruel como a navalha.
Qualquer outra palavra q tente descrever sua arte é bem menos do q ela é.

Parabéns pra vc sempre. Continue eternamente.

Bjos mil !

PS: Parabéns aos versos tb.

Anjo disse...

Perfeito o verso e o desenho.
Ambos fizeram lembrar minha infância.